Pelo menos 1 milhão de cidadãos brasileiros ainda têm a oportunidade de renegociar dívida vinculada ao Fundo de Financiamento Estudantil. Decorridos dois meses desde o lançamento do programa “Desenrola do Fies”, apenas 164,5 mil indivíduos (13% do total) formalizaram acordos, os quais podem proporcionar descontos de até 99%.
De acordo com o último balanço, mais de R$ 7,6 bilhões já foram objeto de renegociação, resultando em um retorno de R$ 338 milhões aos cofres públicos.
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O estado que lidera em número de acordos de renegociação é São Paulo, com 30 mil registros, seguido por Minas Gerais, com 21 mil ajustes.
A Secretaria de Comunicação Social destaca que a renegociação do Fies visa auxiliar 1,2 milhão de brasileiros que enfrentam dificuldades financeiras devido a débitos junto ao Fundo. Dessa forma, busca-se promover a equidade no acesso ao ensino superior e aliviar o ônus financeiro enfrentado por muitos estudantes e ex-estudantes, conforme indicado em comunicado oficial.
A opção de renegociar, ou realizar uma simulação da renegociação, está disponível através da instituição financeira original do contrato, seja o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica Federal. O Ministério da Educação (MEC) enfatiza que todo o processo pode ser conduzido de maneira virtual, por meio dos aplicativos dessas instituições financeiras.
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Importante ressaltar que o prazo para solicitar a renegociação estende-se até 31 de maio de 2024.
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Em conclusão, a iniciativa “Desenrola do Fies” representa uma oportunidade significativa para que pelo menos 1 milhão de brasileiros regularizem suas dívidas relacionadas ao Fundo de Financiamento Estudantil. Embora apenas 13% desse grupo tenha aderido até o momento, os descontos substanciais de até 99% e o montante expressivo de mais de R$ 7,6 bilhões renegociados indicam um impacto positivo considerável. A liderança de São Paulo e Minas Gerais nas renegociações ressalta a abrangência nacional do programa.
A flexibilidade oferecida, com a possibilidade de realizar todo o processo de forma virtual, demonstra a adaptação às demandas contemporâneas. Com a extensão do prazo até 31 de maio de 2024, espera-se que mais beneficiários aproveitem essa oportunidade para aliviar seus encargos financeiros e promover a equidade no acesso ao ensino superior. O retorno de R$ 338 milhões aos cofres públicos destaca a relevância econômica dessa iniciativa para o país.
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